Variedades Femininas

Aqui se fala do universo feminino

Sempre é tempo de recomeçar.

em 17 de dezembro de 2016

Todo mundo falando sobre 2016, até entendo e tenho a impressão que está sendo um ano bizarro. Olho para mim mesma há um ano atrás e se alguém tivesse me dito tudo que aconteceu este ano, eu não iria acreditar. Então, não sei, mas tenho a impressão que 2016 está sendo um ano de recomeços, de novas possibilidades. Algumas vezes é necessário zerar tudo para recomeçar e pode ser que 2016 seja assim.

Tive um dia bem emblemático hoje, daqueles tão significativos que se você tivesse me falado há 15 anos atrás o que vivi hoje, eu não acreditaria. Então, obviamente me trouxe muitas lembranças e reflexões que gostaria de compartilhar com vocês. Farei um percurso meio doido, mas pode ser que no final faça algum sentindo.

Hoje é o aniversário de um boy que namorei durante um tempo na minha vida. Boy legal, doce, divertido, parceiro e de uma leveza sem igual. Sabe aquele tipo de boy que você não vê tem muitos anos, não sabe nada da vida da criatura, mas fica feliz por ter cruzado com o cidadão que te fez bem pra burro? Desejo que ele esteja vivendo uma vida super boa e feliz! Terminei o relacionamento em um momento emblemático na minha vida, mas não foi por falta de amor, admiração ou algo assim, terminei por saber que tinha uma vida me esperando lá fora e aquele não era o momento de criar amarras, isso inclue casar e essas coisas todas. Terminei o namoro em dezembro e o ano seguinte seguiu emblemático, virando tudo de cabeça para baixo. Foi nele que comecei minhas histórias de andança pelo país.

H0je foi um dia simbólico para mim, e sei lá porque minha família  e eu nos lembramos do aniversário dele, não é curioso? E isso me fez pensar em tudo que tive que desbravar depois, no quanto o ano 2000 – término do namoro – foi de reinício e isso me conectou diretamente com 2016. Não sei, nunca vi tanta gente reclamando de um ano ou até comentando com perplexidade das coisas que ocorreram. Não sei mesmo, mas com tudo que eu previa que poderia ocorrer na política nacional, por exemplo, nem nos meus maiores pesadelos eu poderia visualizar o que estamos vivendo atualmente e muito menos com o futuro que está se desenhando. No mundo são muitos exemplos, mas Trump presidente é algo que nunca tive a ousadia de “pesadelar”.

Na minha vida pessoal, já passei por muitas reviravoltas, muitos reinícios, mas esse ano acho que zerei todas as tabelas. Esse ano fiz uma tatuagem, escrevi um livro e aprendi uma nova língua. Ok, isso é só uma parcela bem pequena do que me aconteceu, mas já é muita coisa. E você nem imagina a intensidade da lista que surgiria, caso eu resolvesse fazer uma.

Eu acho que tudo depende da perspectiva que olhamos as coisas, então apesar de muitas reviravoltas, o mergulho que dei dentro de mim mesma este ano foi gigante. Sabe quando você faz uma lista de coisas que você acha que não poderia te acontecer ou você fazer? Aí as coisas acontecem e você se desconstrói, se parte, se remenda e vive? Então… recomeços.

Então é isso, finalizo o texto com esse olhar otimista de um sagitariano, – a coisa do foi ruim, mas foi boa -em homenagem ao meu namorado da adolescência, o leve sagitariano de sorriso fácil. Adoro sagitarianos, acho que só eles para serem/terem essa mistura de doidera com leveza. Isso me lembra meu boy sagitariano saltitando e me fazendo cócegas ao mesmo tempo enquanto eu tento desbravar o frio de 1 grau de outono em uma madrugada gélida com muito vento na cara – o pior é o vento. Acho que é meio isso, enquanto o vento corta a minha cara amarrada, o sagitariano ri e desbrava o vento cortante. Vamos desbravar e seguir em frente, como sagitarianos que encaramos o perigo com o sorriso no rosto. 2016 está sendo bomba, mas teve coisa boa pra burro e não sei, por que não acreditar que precisamos zerar para recomeçar? O chumbo foi pesado, muitas bombas na nossa cara mesmo, as vezes literalmente, mas é assim, pelo menos na minha vida foi um ano fantástico, talvez o melhor que vivi até agora, nunca tinha vivido medos tão intensos, mas também nunca tinha sido tão feliz. Acho que em momentos intensos nos resta se fingir de mortas ou pegar a pexeira e ir para cima. Como uma boa pernambucana, eu vou para cima sempre. Sério, faz uma reflexão aí: teve alguma coisa boa em 2016 na sua vida? Na minha teve coisas inimagináveis, algumas ruins e outras maravilhosas. É isso, é tudo uma questão de perspectiva. “Uma beija e uma sorriza”.

Feliz aniversário, João!

E vai sem imagem, acho sinceramente que este texto não precisa de imagem. 🙂

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