Variedades Femininas

Aqui se fala do universo feminino

Corpo Oval – Valorize seu tipo físico com a roupa ideal!!

Essa semana o tipo de corpo será o oval. As mulheres com esse tipo físico têm uma barriguinha saliente e poucas curvas. Para disfarçar o visual ovalado, é importante explorar as pernas, chamar a atenção para o colo, e tentar diminuir o volume dos quadris. Nesse caso, como não se tem uma cintura definida, cuidado com as roupas muito justas, pois aumentam ainda mais o volume que se deseja disfarçar.

ABUSE de cardigãs e casacos na altura do joelho ou um pouco abaixo do quadril , de corte reto e usados sempre abertos; listras na vertical ou diagonal; as pences também ficam ótimas; calças de corte reto e cós na cintura; as pantalonas são bem-vindas, mas não muito largas; use e abuse de decotes V ou U; twin-set e camisetes ficam lindos, mas sempre abaixo da linha da barriga.; saias e vestidos retos ou levemente evasês; abuse de tudo que chame a atenção para o colo e o pescoço, como decotes, brincos, colares.

EVITE usar camisetas curtas que mostrem a barriga, nem mesmo calça com cintura baixa ou com pregas; evite o uso de cintos ou faixas muito justas por cima da roupa, e se usar sempre da mesma cor da roupa; a gola alta deforma esse tipo físico, portanto, cuidado; calças muito justas deixam as pernas muito estreitas e realçam ainda mais barriga; listras na horizontal, não; cuidado com roupas muito volumosas, batas, blusas com mangas bufantes, decotes com babados, ou justas demais; colares tipo coleira ficam péssimos.

Alguns looks para valorizar esse tipo físico:


Anúncios
4 comentários »

Corpo retangular – Valorize seu tipo físico com a roupa ideal!!

O tipo físico dessa semana será o retangular. As características desse tipo de corpo são os ombros, a cintura e os quadris quase da mesma medida, sendo os braços e as pernas mais finos em relação ao corpo. Visualmente não possuem muitas curvas, portanto criar a ilusão de uma cintura e curvas mais aparentes é o que se deseja.

ABUSE de casacos e Jaquetas com pences, pois estas deixam a roupa mais fina e acinturada, e o comprimento ideal é na altura do quadril; calças de corte reto ou cigarrette; o cós largo em calças ou bermudas valoriza a cintura e ajuda a aumentar o quadril; o colo é um ponto forte desse tipo físico, por isso decotes, brincos, colares ficam perfeitos!! Os decotes ideais são os em V, U ou canoa; os vestidos evasês ficam ótimos; as saias cós alto e os vestidos tomara que caia podem ser usados para as que estão em boa forma, mas não muito justos; cintos e faixas usadaos na cintura ajudam a criar “cintura”; o corselete, aposta para esse verão, é um bom aliado, pois ajuda a esculpir as curvas; calças pantalonas ficam lindas!

EVITE blusas ou blazers de corte quadrados e largos demais; blusas de gola alta não ficam legais, pois escondem o colo e deixam a silhueta ainda mais retangular; jaquetas e blusas muito curtas não valorizam esse tipo de corpo; vestidos de corte reto ficam péssimos; listras na horizontal não são bem vindas; evite calças jeans com cós muito baixo; cintos e faixas muito largos e de cor clara não ficam bem.

Alguns looks para valorizar esse tipo físico:


Deixe um comentário »

Corpo triangular – Valorize seu tipo físico com a roupa ideal!!

Hoje o tipo físico é o triângulo. As mulheres que têm esse tipo de corpo possuem ombros estreitos, o quadril e as coxas volumosas. Nesse caso, há dois truques: o primeiro é fazer com que os ombros se estendam horizontalmente para que pareçam mais largos e assim entrem em harmonia com a parte de baixo, e o segundo, diminuir a largura do quadril para que este se estreite e se encaixe à medida dos ombros. Este é um tipo físico muito comum entre as brasileiras.

ABUSE das calças e saias de corte reto e com cores ou estampas discretas; saias levemente evasê também ficam ótimas; as calças também podem ser tipo boca de sino, mas sem exagero, claro! Uma leve abertura ajuda a equilibrar o volume no quadril; para as que estão de bem com a balança as saias de cós alto ficam bem, mas não justas demais; decote de ombro a ombro, o conhecido decote canoa, ele aumenta visivelmente os ombros; blusa ou vestido tomara-que-caia, mas para as que estão em forma; blusas com babados, mangas volumosas e estampas combinam com esse tipo de corpo; são bem-vindos também detalhes como bordados, rendas e franzidos na parte superior; use e abuse das ombreiras; os casacos devem ser levemente acinturados e um pouco abaixo do quadril.

EVITE calças cigarrettes ou skinny; as calças jeans não devem ter lavagens, bordados nem bolsos na altura das coxas ou quadril, pois aumentam o volume que se deseja disfarçar; cuidado com calças de cintura muito baixa e com pregas, pois aumentam o quadril; evite blusas e vestidos com alças muito finas; cuidado com cintos largos ou muito fininhos usados na altura do quadril; blusas frente-única;

Alguns looks para valorizar esse tipo físico:


Deixe um comentário »

Valorize seu tipo físico – Corpo triangular invertido

Hoje falaremos do tipo físico triângulo invertido. O quadril estreito, seios grandes e costas largas são as principais características de mulheres que possuem esse tipo de corpo, e para chegarem ao equilíbrio, precisam dar a ilusão de quadril maior para chegar a uma medida proporcional a parte de cima do corpo. O bom desse tipo de corpo é que quem gosta de usar roupas com volume no quadril, como saias evasês, vestidos mais soltinhos, calças pantalonas, pode abusar!

Abuse de calças retas e pantalonas; saias e vestidos evasê. E não se esqueça vestidos acinturados por pences ficam ótimos; blusas modelo cachê-coeur ficam lindas! Os cintos amarrados na cintura são muito bem-vindos, porem a blusa não deve ser muito longa, de preferência na altura do quadril ou um pouco acima; estampas na parte de baixo são muito bem vindas, pequenas ou grandes; as alças largas em regatas e vestidos diminuem a largura dos ombros.

Evite as ombreiras; blusas ou vestidos de tecido volumoso e com muitos detalhes na parte superior; evitar listras na horizontal em blusas; saias e vestidos justos ou afunilados não são bem-vindos pois aumentam o volume na parte de cima e deixam o quadril ainda menor; blusas decote canoa.

Alguns looks para valorizar esse tipo físico:


Deixe um comentário »

Valorize seu tipo físico com a roupa ideal!!

Look que valoriza o seu tipo físico

Nosso corpo pode ter a forma de um triângulo, retângulo, parecer uma pêra ou mesmo um ser bem magrinho. Mas com ajuda da moda e do bom gosto, há sempre uma roupa, uma cor, um tecido, um acessório apropriado para cada tipo físico. As formas do corpo variam de pessoa para pessoa, sendo que duas pessoas podem usar o mesmo numero de roupa, e ter o formato do corpo diferente. Por isso, o que “cai como uma luva” para uma pessoa nem sempre dá certo para outra. Glória Kalil define o jogo de proporções como: “o curto deve alongar; o longo deve esticar para os lados; o estreito pede mais volume; o avantajado precisa esconder-se.” Ë muito difícil encontrar pessoas com formas perfeitas, por isso devemos usar as roupas e os acessórios de forma correta para valorizar nosso corpo, destacando assim, o que temos e melhor.

Vamos falar um pouco do tipo físico ampulheta:

Esse é o corpo que toda mulher gostaria de ter: é o conhecido violão. Se a mulher desse tipo físico for magrinha, praticamente tudo cai muito bem! Mulheres assim têm a cintura bem marcada e geralmente ombros e quadril da mesma largura. Ai vão algumas dicas:

ABUSE de calças de cintura baixa, sejam elas cigarretes ou de corte reto; vestidos tipo envelope ou levemente evasê; blusas frente única; casacos acinturados; saias ajustadas ao corpo e cós alto; calças legging; vestido tomara-que-caia. Porem, para as que não estão de bem com a balança, cuidado com as calças de cós muito baixo, leggings e roupas muito justas.

EVITE roupas muito volumosas, vestidos largos e de corte reto, como por exemplo, vestidos em forma de trapézio, pois deformam visualmente o corpo porque ficam soltos e dão a impressão de volume na cintura e no quadril; as ombreiras, gola alta e estampas muito grandes devem ser evitadas para as que têm muito busto ou quadril, pois dão a ilusão de excesso de peso.

Alguns looks para valorizar esse tipo físico:



Deixe um comentário »

A moda e sua origem – parte III

Alta-Costura e Charles Worth

Depois de Rose Bertin, encarregada de desenhar e produzir as roupas da rainha Maria Antonieta, a moda passou por modificações, mas ainda não se reconhecia em Bertin a figura do estilista. Nesse processo de transformação da moda, a alta- costura nasceu no século XIX, em Paris, pelas mãos do inglês Charles Worth, 1858, considerado oficialmente a figura do primeiro estilista da historia. Worth abriu sua própria Maison, e foi o criador das duas temporadas de moda que conhecemos hoje: primavera/verão e outono/inverno. A partir de então quem ditava o que seria moda ou não era ele, determinando um estilo único a ser usado pelas mulheres da época, ou seja, uma silhueta única seguida à risca pela alta sociedade. A titulo de curiosidade a alta costura é um termo exclusivo aos associados do “Chambre Syndicale de la Haute Couture” (Câmara Sindical da Alta Costura), uma instituição francesa criada em 1868, e que para fazer parte dela há uma série de regras a cumprir, como por exemplo, os modelos tem que artesanais, ou seja, costurados a mão, não podendo ter nenhuma costura feita à máquina.  A moda de alta-costura produziu estilos de roupa que expressavam a posição social das pessoas que as vestiam, ou aquela a qual aspiravam, tornando-se o desejo de consumo de muitas pessoas. No final do século XIX inicio do século XX novos estilistas de alta-costura surgiram, e se pararmos para pensar, não houve muitas mudanças do que era com as leis suntuárias, já que o que as pessoas usavam ainda era algo determinado por um pequeno grupo, sem espaço para uma liberdade individual.  A aceitação das pessoas para esse tipo de sistema era devido o medo da exclusão caso não se conformassem com os estilos determinados pelos estilistas. O reino da alta-costura durou até o final da década de 1950 inicio de 1960, quando o estilista Yves Saint Laurent criou sua primeira coleção industrial em Paris, chamada de prêt – à – porter (pronto para vestir), sem os moldes da alta – costura.  As roupas eram assinadas por ele, porem feitas com tecidos e materiais nobres, tornando-se mais acessível às pessoas de outras classes sociais.

Deixe um comentário »

A moda e sua origem – parte II

Maria Antonieta

Rose Bertin

Na semana anterior foi descrito que na Idade Média as roupas eram diferentes e seguiam um padrão que aumentava segundo a classe social, sendo que as leis suntuárias se encarregavam de diferenciar, através de tecidos, cores emateriais, o que poderia ser usado por cada classe social. Reforçando e dando continuidade ao tema, a burguesiapassou a imitar o estilo de vestir dos nobres, e a partir de então, costureiras e alfaiates da época tiveram o trabalho redobrado para confeccionarem roupas de forma a diferenciar os nobres dos burgueses, surgindo então o caráter estratificador da moda, ou seja, da mudança constante. A liberdade estética nesse período afirmou-se de maneira enfática na esfera de poder dos nobres: o vestuário passa a ser reflexo do gosto dos poderosos, como uma linguagem característica do século XIV e XV, seguindo o padrão determinado por eles. Registros apontam que até os séculos em questão não existia a figura do estilista, surgindo somente no século XVIII a francesa Rose Bertin, nomeada a responsável por assinar as roupas feitas para a rainha Maria Antonieta. A rainha adorava gastar dinheiro e não poupava quando o assunto era moda (sapatos, vestidos e acessórios). Antonieta foi a primeira pessoa que demonstrou interesse em buscar novidades na moda, enfeitando seus vestidos e criando acessórios com perolas, diamantes, plumas, e usando muita maquiagem. Ela encomendava suas roupas com diversos costureiros franceses, e seu visual, inevitavelmente, chamava muita atenção! Rose, até 1772, trabalhava na “rue Saint-Honoré”, em Paris, a qual abriu sua loja própria com o nome de Grand Mogol. She quickly won the patronage of several influential courtiers, including the duchess of Chartres, Louise Marie Adélaïde de Bourbon, who introduced Bertin to the newly crowned queen, Marie Antoinette, in the summer of 1774. Bertin recebeu o apoio de algumas pessoas influentes da sociedade da epoca, e através do qual conheceu Antonieta. Nesse caso, Rose Bertin (1747 – 1813), pode ser considerada a primeira estilista de moda de que se tem registro.

DICA: Para conhecer melhor a historia da jovem rainha francesa assistam o filme MARIA ANTONIETA, é um filme muito interessante que conta em detalhes a vida conturbada e luxuosa da rainha de 14 anos que se casou com o Luis XVI

Deixe um comentário »

A moda e sua origem

Muitas pessoas não sabem a origem da moda, nem quando e como surgiu. Para compreender melhor como ela funciona hoje, é curioso saber como ela nasceu.

O sistema da moda que conhecemos hoje não pertence a todas as épocas e nem a todas as civilizações, pois durante muito tempo a vida se fazia sem fantasias ou novidades. O homem da pré-história, por exemplo, cobria seu corpo pelo frio, por pudor, mas não se pensava em moda, em usar algo como símbolo de distinção social, como status, era simplesmente por necessidades físicas. Assim, o termo moda não é muito antigo, surgiu em meados do século XIV (final da Idade Media), inicio da Renascença, em Borgonha (atualmente parte da França), onde é possível reconhece – la como sistema, devido as mudanças e extravagâncias presentes na alta sociedade.

Voltando um pouco no tempo (século XIII), o mercado oferecia um grande numero de mercadorias que fez com que aumentasse a aquisição de bens materiais por parte das pessoas, e dessa forma aumentou também o numero de consumidores. Através dos mercadores, os mais ricos compravam seda e pedras preciosas, enquanto os mais pobres, sem condições para tal, consumiam tecidos inferiores e de cores diferentes. Nesse período surgiram às leis suntuárias, que consistiam em conflitos devastadores em busca pelo poder proibindo o uso de certas roupas e cores pelas classes sociais mais baixas, com o intuito de distingui-las das classes mais altas. As únicas pessoas que escapavam a essas leis eram doutores em medicina e cavaleiros.

Durante muito tempo foi possível controlar a aparência de homens e mulheres, já que a questão da escolha do vestuário não era uma escolha privada, mas sim matéria de intervenção publica; porem, apesar da rigidez dessas leis havia meios para se escapar dela através do pagamento de multas: a falta de dinheiro fez com que as pessoas amantes do luxo, para sustentá-lo tinham que pagar uma multa para ostentar peças de roupas valiosas e jóias preciosas.

As roupas circulavam dos alfaiates e costureiras até a casa dos consumidores, e eram usadas como formas de presente, moeda de troca e até mesmo herança. A vida de uma roupa nesse período chegava a cerca de 30, 40 anos, passando de gerações em gerações. Foi então que em meados do século XIV ocorreram mudanças nesse estilo de vida, as variações da aparência passam a ser cada vez mais freqüentes, tornando-se regra dos prazeres da alta sociedade.  Nesse contexto entendemos que, de acordo com o filósofo francês Gilles Lipovetsky, os ciclos da moda e suas mudanças se iniciaram no período final da Idade Media, o qual as roupas passaram a ter menos preocupação utilitária e mais apelo ornamental e estético. A partir de então, as roupas passariam por um processo em que ao se vestir as pessoas teriam mais opinião própria e menos determinações públicas. Este foi o inicio de tudo, da moda como a conhecemos hoje. Nas próximas semanas darei continuidade ao tema.

Sobre a Autora

Giovanna Chaves Parisotto escreverá em nosso blog toda quinta-feira.

Graduada em Moda pelo Centro Universitário de Maringá     (CESUMAR), tem pós-graduação em Moda e Cultura pela       Universidade Estadual de Londrina (UEL), e atualmente         cursa o mestrado em Comunicação Visual pela mesma             instituição.

“Muitas pessoas julgam a moda como algo fútil, mas, no mundo contemporâneo a aparência é algo importante e muito valorizado. Nosso visual é uma forma de comunicação não verbal, é a exteriorização do que pensamos, sentimos, desejamos, é o modo pelo qual nos apresentamos para o mundo: é nosso cartão de visitas. Dessa forma, acredito que a moda deve ser usada como uma ferramenta a nosso favor, devemos saber compor o look ideal seguindo nosso estilo e personalidade, além é claro, de escolher dentre as tendências que são propostas, as que mais se adéquam ao nosso gosto e tipo físico. Nem tudo que “está na moda” ou que é lançado como “a nova tendência da estação” combina com nosso corpo e tem a ver com a nossa personalidade. Não podemos ser vitimas da moda, devemos desfrutá-la com bom gosto e bom senso!! Como dizia Coco Chanel: “A moda sai de moda, o estilo, jamais.”

6 comentários »